quarta-feira, 30 de novembro de 2022

Chuveiro Elétrico - disjuntor, fiação e tensão

A tabela a seguir apresenta as especificações técnicas para os diferentes modelos de duchas e chuveiros de uma determinada marca.

Tensão

Potência

Fiação (mm²)

Disjuntor (A)

   

127V

2500 W

4

25

 

127V

3200 W

4

30

 

127V

4000 W

6

40

 

127V

4500 W

6

40

 

127V

4700 W

6

40

 

127V

5500 W

10

50

 



 

 

 

Tensão

Potência

 Fiação (mm²)

Disjuntor (A)

 

 

 

220 V

2500 W

2.5

15

 

 

 

220 V

3200 W

2.5

20

 

 

 

220 V

4000 W

4

25

 

 

 

220 V

4500 W

4

25

 

 

 

220 V

4700 W

4

25

 

 

 

220 V

5500 W

4

30

 

 

 

220 V

6000 W

4

30

 

 

 

220 V

6800 W

6

35

 

 

 

220 V

7500 W

6

40

 

 Fonte:

https://m.cec.com.br/dicas-construcao-chuveiro-eletrico-disjuntor-fiacao-e-tensao?id=142



segunda-feira, 14 de novembro de 2022

Lâmpada em série

Um recurso extremamente simples que é muito utilizado pelos profissionais da manutenção que reparar equipamentos ligados à rede de energia é a lâmpada de série. Com ela, não só podemos detectar problemas graves nos equipamentos como também evitar danos maiores quando os ligamos à rede de energia para um teste de funcionamento. Neste artigo mostramos como usar a lâmpada de série e como ter uma em sua bancada. 

 

Um problema grave que ocorre com muitos equipamentos elétricos e eletrônicos de uso comum é o curto-circuito. Um componente ou mais entram em curto, causando a queima do fusível de entrada.

Se substituirmos o fusível queimado e ligarmos o equipamento à rede de energia corremos o risco de ter um novo curto com a queima do fusível. O caso pior ocorre quando o equipamento não possui o fusível de proteção e em caso de curto, sua conexão à rede causa uma forte corrente capaz de destruir componentes e até mesmo colocar em risco a integridade da instalação e do profissional que estiver próximo, pois um forte estouro vai ocorrer, conforme ilustra a figura 1.

 

Uma maneira importante para se diagnosticar defeitos em aparelhos que manifestem esse problema, ou ainda um excesso de consumo, consiste em fazer sua conexão em algum tipo de equipamento que limite a corrente circulante.

Com uma corrente menor, não teremos a queima do fusível, não colocaremos em risco a instalação e a própria pessoa do técnico e, além disso,  poderemos examinar o circuito energizado, detectando eventuais problemas que possam ser causados por componentes individuais.

A melhor maneira de se fazer essa limitação é ligando-o o equipamento em série com um resistor de valor apropriado. Uma carga resistiva pura não afeta as características de funcionamento do aparelho, colocando em risco componentes sensíveis.

Resistores de fio poderiam ser usados para essa finalidade, mas existe uma solução muito mais barata e fácil de obter e de se trabalhar com ela: uma lâmpada incandescente comum. Ligada em série com um equipamento ela limita sua corrente e além disso fornece uma indicação visual no caso de ocorrer um curto, conforme mostra a figura 2.

 

Se existir um curto no equipamento em teste, ele terá uma resistência muito baixa e com isso toda a tensão a rede aparecerá sobre a lâmpada que então acenderá com seu máximo brilho. Se o consumo do aparelho for normal, não havendo curto, a corrente reduzida fará com que a tensão da rede se divida de uma forma melhor entre a lâmpada e ele, e com isso a lâmpada acenderá com brilho reduzido, conforme mostra a figura 3.

 

Para as aplicações práticas, onde os consumos dos aparelhos testados estão na faixa de 10 a 200 W, as lâmpadas indicadas vão de 40 a 150 W, conforme mostra a figura 4.

 

Assim, o profissional pode ter sua lâmpada de série para a bancada com opções que permita escolher a melhor lâmpada de acordo com o equipamento que está sendo testado, ou seja, seu consumo. Na figura 5 temos então uma sugestão de circuito para esta finalidade.

 

Para testar aparelhos com consumos menores do que 50 W use a lâmpada de 40 a 70 W e para consumos acima de 50 W use a lâmpada de 75 a 150 W.

 

Procedimento para Uso

De posse de um equipamento que tenha sofrido a ‘queima’ com a abertura do fusível de entrada ou sinais de que tenha havido um “estouro”, substitua o fusível de entrada e ligue-o na saída apropriada da lâmpada de série, conforme a potência.

Ligue o aparelho e observe o brilho da lâmpada. Se acender com o máximo brilho, o curto persiste. Neste caso, observe sinais de fumegamento ou se existem componentes queimados no equipamento analisado. Se for localizado algum componente com problemas, substitua-o e verifique também se sua queima não foi casado por um componente próximo que entrou em curto. Por exemplo, um resistor ou um transistor queimam quando um capacitor ligado a ele entrar em curto. Feita a substituição do(s) componente(s) com problemas, ligue o aparelho na lâmpada de série.

Se a lâmpada permanecer com o brilho máximo, e houver sinais de fumegamento de componentes é sinal que o curto ainda persiste e sua causa precisa ser verificada. Se o brilho da lâmpada reduzir, ligue o aparelho diretamente à rede, mas observe se não existem sinais de componentes que possam apresentar problemas e o curto voltar.

Se a lâmpada não acender quando o aparelho testado for conectado é sinal que o curto pode ter causado a abertura de componentes importantes. Por exemplo, depois de queimar, um transformador pode ter seu enrolamento aberto. Neste caso, analise o circuito medindo tensões para verificar onde está o problema.

 

Importante:

Existem equipamentos que não podem ser ligados a uma lâmpada de série pois são sensíveis às tensões mais baixas que podem receber nestas condições. Os equipamentos detectar a tensão mais baixa e mesmo que estejam bons, eles desligam automaticamente.

 

 Fonte://https://www.newtoncbraga.com.br/index.php/instrumentacao/108-artigos-diversos/794-a-lampada-de-serie-ins012

quinta-feira, 6 de outubro de 2022

Como funciona o boot de um computador no s.o windows

 Do momento em que você liga o seu computador até o instante em que o sistema operacional carrega muita coisa ocorre. Nesses preciosos segundos, uma série de processos — que juntos são chamados de boot — trabalham como engrenagens para inicializar a máquina e fazê-la funcionar a todo vapor.

Antes de tudo, os componentes obviamente necessários para fazer a “mágica” acontecer são os cabos, a fonte (no caso de um notebook, quem cumpre essa função é a bateria), a eletricidade e a correta disposição das peças de hardware.

Se você já abriu seu gabinete, provavelmente percebeu que a placa-mãe possui um pequeno LED que indica a energia em standby. Quando o botão de ligar é pressionado, a fonte leva eletricidade para a placa-mãe, que em seguida ativa o processador e o cooler.

BIOS, a peça-chave

Logo após, quem entra em ação é o BIOS (Basic Input/Output System — Sistema Básico de Entrada/Saída em português), um sistema operacional pré-gravado no chipset que garante a tradução dos códigos de hardware para a tela — sua interface de configuração (Setup Utillity) é azul, sendo facilmente reconhecida (o que não quer dizer que seja facilmente entendida!) por muitos usuários.


Imagine que o BIOS sempre será o primeiro a acordar e a trabalhar assim que você põe o PC para funcionar. É ele que passa as primeiras ordens para o processador, além de verificar quais itens estão instalados na máquina.

O BIOS também é responsável por carregar a memória RAM, placa de vídeo, teclado, cachê básico e, por fim, possibilitar a inicialização do sistema operacional. Acompanhe em ordem cronológica as etapas que ele percorre:

1.   Acessa a memória CMOS, um circuito integrado que grava informações referentes ao hardware. Nela, o BIOS estabelece reconhecimento e comunicação com peças como placas de vídeo e memória RAM.

2.   A segunda fase, conhecida como Power-on Self Test (POST) nada mais é do que um conjunto de teste que a BIOS realiza para saber se tudo está se inicializando da maneira correta. Quando alguns componentes essenciais estão faltando, alguns beeps ou mensagens na tela alertam o usuário.

3.   A etapa seguinte consiste na procura de alguma fonte para inicializar o sistema operacional. Tal fonte é configurável e pode ser um disco rígido (padrão), CD-ROM, pendrive, disquete, entre outros.

4.   Agora, o BIOS lê o setor zero (que contém apenas 512 bytes, denominado Master Boot Record) do HD. Essa área contém um código que alavanca a inicialização do sistema operacional. Outros dispositivos de boot (CDs, disquetes etc.) têm a capacidade de emular esse setor zero.

5.   No caso do Windows, o Master Boot Record (MBR) verifica qual partição do HD está ativa (configurada como Master) e inicializa o “setor um” dela — essa área tem um código com a simples missão de carregar o setor dois.

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6.   A etapa seguinte consiste na leitura de um arquivo de configuração de boot, o Boot Loader (quando falamos do Windows, trata-se do NTLDR).

7.   A partir dele, é inicializado o núcleo (kernel). Assim como o BIOS estabelece a ligação entre hardware e sistema, o kernel serve para firmar uma comunicação estável entre hardware e software.  Nessa fase, é ele quem assume o controle do computador.

8.   O kernel carrega os arquivos principais e informações básicas do sistema operacional (incluindo o registro), além de relacionar os componentes de hardware com as respectivas DLLs e drivers.

9.   No entanto, o kernel não carrega todos os processos para não sobrecarregar o sistema — somente as operações essenciais são colocadas em atividade para possibilitar o início do Windows.

10.  A tela de escolha de usuários é exibida e, após o logon, os programas relacionados para começar junto com o sistema são carregados.

Modo de segurança

O que o modo de segurança faz é, basicamente, filtrar ainda mais as funções que entram em ação junto ao carregamento do sistema operacional. O próprio Windows sugere, em certos casos, que o usuário tente reiniciar o computador em modo de segurança.

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Nele, alguns componentes ficam desativados, possibilitando que deficiências e erros no processo de boot possam ser corrigidos. Da mesma maneira, drivers e programas com problemas podem ser desinstalados ou reinstalados. Se você tem dúvidas sobre como acessar o modo de segurança, confira nosso artigo destinado ao assunto.

Dicas para apressar o boot da máquina

Assim como várias outras tarefas realizadas na máquina, o boot do sistema também depende do hardware utilizado (principalmente da memória RAM, processador e HD). Além disso, dois outros pontos devem ser observados: a quantidade de drivers e processos que se iniciam com o Windows e o número de programas instalados.

Cada novo aplicativo instalado no computador modifica e amplia o registro, fazendo com que o tempo de boot aumente.  Além de, claro, efetuar a desinstalação de programas inúteis, outra boa atitude do usuário é recorrer a softwares que atuam na limpeza do registro.


Fonte: https://www.tecmundo.com.br/aumentar-desempenho/11266-como-funciona-o-boot-de-um-computador.htm

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