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quarta-feira, 27 de março de 2024

Um exemplo legal de input com Java script

 <script>

console.log("Operação soma")

var a = prompt("Digite um valor.:")

a = parseInt(a);

 var b= prompt("Digite um valor.:")

 b = parseInt(b);

var c = a + b

alert('Calculando a soma, igual a ...')

document.write(c)

</script>


Observação: Salve o script como html.

sábado, 7 de janeiro de 2023

Níveis de programação





Fonte:
https://www.researchgate.net/figure/Figura-1-Niveis-de-linguagens-de-programacao-Fonte-Carlos-de-Oliveira-2020_fig1_355007669




As linguagens de programação são divididas em 3 níveis, alto nível, médio nível e baixo nível.

As linguagens de alto nível são as mais simples, são as linguagens que todos começam aprendendo. Elas exigem menos do conhecimento do software do programador, porque trabalha com estruturas simples, e tem uma sintaxe bem amigável, fazendo com que todos possam entender.

Vantagens: podem ser executados em várias plataformas sem grandes alterações no código. Desvantagens: geram rotinas genéricas e complexas, portanto, ocupam mais espaço na memória. Exemplos de linguagensPHPC#Visual BasicPythonperl etc.

Médio nível são um pouquinho mais complexas. Elas têm componentes de linguagens de alto nível e de baixo nível então são um meio-termo entre os dois. A sintaxe pode ser tanto simples quanto complicada, isso depende de como você vai programar.

Vantagens: ter mais poder sobre o computador, permitindo a criação de jogos e programas mais complexos, com qualidade profissional.
Desvantagens: alguns comandos são complicados para serem entendidos. Exemplos de linguagensCC++, etc.

Baixo nível são bem mais complexas, são voltadas totalmente para a máquina, ou seja, são escritas usando instruções do processador do computador. Seus códigos são bem mais complexos e permitem que você execute direito no processador.

Vantagens: programas são executados com maior velocidade de processamento, ocupando menos espaço na memória.
Desvantagens: os softwares não têm muita portabilidade. Um programa compilado em um determinado processador pode não rodar em um processador diferente.
Exemplos de linguagensAssemblyCobol, etc.

Imagino que você entendeu sobre programação, mas ainda está em dúvida sobre qual linguagem escolher. Por isso vou mostrar abaixo algumas coisas que podem ser feitas, e as linguagens que você pode utilizar para fazê-las. 

Desenvolvimento web: PHPJava scriptASPJSP;
Criação de crypters: VB6VB.netAutoITPascal;
Criação de exploits: CC++perlpythonRuby;
Criação de jogos: javascriptpythonCC++C#HTML 5;
Manipulação de dados na memória e no processador: AssemblyC++Python;

Desenvolvimento de apk para smartphone:

android: java, Javascript, kotlin, PHP;
IOS: Objective C, Swift,(criada pela própria apple);

Programação desktop: todos citados acima. C/C++javaVB, e pascal estão no mercado;


Fonte:

https://pt.wikibooks.org/wiki/Guia_do_hacker/N%C3%ADveis_de_programa%C3%A7%C3%A3o


sábado, 4 de abril de 2026

Java Script - Trabalhando com expressões condicionais - IF

Usando o navegdor IE você poderá verificar se há algum erro em seu script, pois o mesmo apresentará a linha onde se encontra o erro. Veja e execute o exemplo abaixo usando if.




Java Script - Exemplo de do uso de if e else com formulários


Digite o script é faça uma analise do mesmo você observará que não é tão difícil.


Java Script - Manipulação de variável

Que conhece um pouco de c++ verá que é muito semelhante executando esse script.




Java Script - Primeiro código

Este é o primeiro código, pode ser usado o bloco de notas o utilizado o aplicativo notepad++ para edição, feito isso salve em html é execute o script.





Obs: Os exemplos aqui mostrados são retirados de tutoriais com seus respectivos links aqui no blog.

segunda-feira, 8 de maio de 2023

8 áreas de tecnologia que estão mais em alta atualmente

 Em pleno século 21, a automação e a digitalização se tornaram presentes em diversas áreas do nosso dia a dia, principalmente no ambiente empresarial. As áreas da tecnologia ajudam instituições a diminuírem custos, a otimizarem os seus processos e a gerenciarem um fluxo de trabalho movido a dados. Nesse contexto, a presença dos profissionais de Tecnologia e Inovação (TI) é indispensável.

Uma das funções de quem atua com TI é elaborar estratégias e projetos para que os procedimentos funcionem em alta performance. Dessa maneira, torna-se possível integrar ferramentas tecnológicas com eficiência a fim de garantir competitividade e produtividade. Por isso, a área de TI é uma das mais atrativas do mercado, pois gera uma grande demanda de profissionais com frequência.

Está a fim de se qualificar nesse segmento profissional? Então conheça as áreas de tecnologia que estão em alta atualmente.

1. Programação

O desenvolvedor (ou programador) atua na elaboração de softwares utilizados na gestão de empresas, sites de vendas, redes sociais ou qualquer outro sistema que gerencie tarefas e demandas do cotidiano.

Nessa área, é necessário adquirir conhecimento em linguagens de programação, como Python, PHP, JavaJava Script, C# e C/C++, a depender da área na qual você deseja se qualificar. Essa função é bastante popular no universo da TI por ser indispensável para o sucesso das empresas.

2. Segurança da informação

O profissional da segurança da informação desenvolve formas de proteger empresas de ataques cibernéticos, vazamentos e fraudes. Ele também controla o acesso aos dados das companhias, garantindo que apenas usuários autorizados acessem informações confidenciais.

Por isso, órgãos governamentais, instituições bancárias, fintechs e grandes marcas contam com equipes que exercem esse tipo de serviço. E quanto mais dados surgem nas redes, mais necessária e abundante se torna a demanda por esses profissionais no mercado de trabalho.

3. Cloud Computing

Conhecimento aprofundado em cloud computing permite atuar nos mais diversos setores da empresa voltados à tecnologia. Como a maior parte dos serviços atualmente são virtuais e online, existe uma rotação natural nos mais diversos cargos e funções de uma empresa.

Isso é algo que permite aos profissionais adquirirem conhecimentos e desenvolver habilidades. Então, para iniciar essa carreira, basta investir em cursos especializados em computação na nuvem e acompanhar tendências do segmento.

4. Administração de Banco de Dados (DBA)

Com a consagração da tecnologia e o fluxo de dados gerados diariamente, se faz indispensável a presença de áreas de TI para administrar e gerenciar dados organizacionais. Nesse sentido, o administrador de bancos de dados deve manter uma base de registros otimizada para fazer análises precisas.

Além disso, ele controla, instala e monitora as informações corporativas para garantir que sejam executadas com eficiência. É necessário ter domínio sobre linguagens específicas de banco de dados, como a Structured Query Language (SQL), assim como conhecimentos em Ciência da Computação, Sistemas da Informação e Tecnologia em Rede de Computadores EAD.

5. Business Intelligence (PowerBI) 

Toda companhia precisa lidar com decisões estratégicas diariamente e o profissional de Power BI pode contribuir da forma mais eficiente possível. Afinal, a inteligência de negócios (Business Intelligence) corresponde a uma análise de dados voltada para otimizações.

É estudar informações, interpretá-las e sugerir as melhores ações. Essas referências podem ser tanto as da empresa, quanto as da concorrência – prática chamada de Benchmark.

Hoje, existe uma infinidade de ferramentas tecnológicas para o levantamento de dados, números e históricos — e muitas utilizam a Inteligência Artificial (IA) integrada para dar mais precisão à tarefa. Isso mostra que dominar o uso de ferramentas e softwares é tão necessário quanto lidar com as informações em si. Logo, este profissional deve estar constantemente atualizado em relação às inovações tecnológicas do mercado.

6. Programação mobile

A programação mobile atua com projetos, criações e desenvolvimento de aplicativos para aparelhos móveis. Os apps que um programador pode desenvolver são variados e as possibilidades são infinitas. Para isso, é necessário investir em conhecimentos apurados em hardware, usabilidade e linguagens de programação.

Além disso, o segmento é bastante aquecido e, por isso, existe a possibilidade de abrir o próprio negócio de maneira independente ou com colegas de profissão. Também existem oportunidades para trabalhar de forma autônoma prestando serviços para empresas que precisam de profissionais qualificados para programar determinadas funcionalidades de aplicações mobile.

7. Administração de redes

Hoje, estar conectado à internet é tão indispensável quanto a própria conexão local das empresas. E ambas as tarefas são exercidas pelo administrador de redes, uma pessoa que, além de assumir esse controle, também deve monitorar os recursos computacionais ligados à rede.

Essa é uma área da tecnologia que exige conhecimento técnico bastante apurado, pois será preciso identificar cabeamentos, conhecer equipamentos e dominar sistemas com extrema facilidade — afinal, a conexão deve manter-se sempre estável para garantir o funcionamento adequado das atividades empresariais. Normalmente, quem atua com redes tem experiência tecnológica apurada para lidar com diversas ocorrências.

Para exercer a profissão, é necessário adquirir certificações Microsoft, como MCSA, MCSE, MCP, além da Cisco-CCNA. Elas são obrigatórias ao administrador de redes, pois ele terá de realizar diversas atividades de forma simultânea.

As principais funções estão relacionadas à instalação, manutenção e ampliação da rede local. Isso envolve atividades como a orientação aos demais administradores e usuários, monitoramento de performance, prática de segurança de dados, entre outras.

8. Web Design

O profissional Web Design é capacitado para desenvolver projetos de sites (blogs, institucionais, lojas virtuais, portais etc.), além de realizar serviços relacionados ao design de interfaces. Ele também atua com a idealização e elaboração de layouts, implementando otimizações práticas de design e usabilidade, conforme as solicitações do cliente.

Ou seja, seu objetivo é tornar as páginas de acesso mais funcionais e atraentes aos usuários. Igual ao site em que você está lendo este conteúdo. O web designer aplica seus conhecimentos teóricos e práticos em três campos principais:

  • interface: define a aparência, a abordagem e a navegação de um site;
  • experiência: projeta a interação do usuário com a página, focando em características como dinamismo, instantaneidade e objetividade;
  • informação: gerencia e apresenta as informações de páginas web com clareza e eficiência.

Como visto, existe uma série de áreas de tecnologia para se especializar e seguir carreira. Nesse sentido, a recomendação é buscar qualificações constantemente a fim de aumentar o seu portfólio de atuação para um universo de demandas tecnológicas que está prestes a surgir no mercado.

Fonte:

https://www.unicesumar.edu.br/blog/areas-de-tecnologia/

sábado, 4 de abril de 2026

Java Script - Expressões condicionais - if else


Utilizando a lógica if e else temos a seguinte realação quando executamos o if temos uma resposta verdadeira e else quando falsa. Vamos ao exemplo:


sábado, 27 de setembro de 2025

Compilador : o que é e diferenças do interpretador ?

Muitas linguagens de programação utilizam a compilação no seu fluxo de desenvolvimento, isso se deve ao fato dessas linguagens terem uma sintaxe muito rígida e pouco flexível. Um exemplo é a linguagem C, que necessita de um compilador para a gerar um código a partir dos seus arquivos.

Nos dias atuais, utilizamos compiladores sem que nós saibamos. Um exemplo disso é o uso do VS Code, que é uma IDE que consegue se adaptar à sua linguagem e auxiliar no desenvolvimento do seu programa.

Vamos então mostrar nesse artigo tudo sobre o compilador, desde o papel dele nas linguagens de alto nível, até a estruturação das suas etapas de processamento. Continue com a gente.

O que é um compilador?



Um compilador é um tradutor de linguagens de programação casuais para linguagens de programação do nível da máquina. Isso é, um programa que a partir do código de uma linguagem qualquer, realiza algumas etapas como a validação e, por fim, gera um ou mais arquivo(s) que na maioria das vezes é binário.

Além disso, os compiladores também indicam se houve algum tipo de erro na sintaxe do código, ou seja, se você escreveu o código de maneira incorreta, o compilador vai exibir um erro sobre isso.

Muitas linguagens de programação utilizam compiladores, Java, C, C++, C# e Lisp são exemplos disso. Mesmo utilizando compiladores diferentes, a ideia principal é igual: traduzir o código da linguagem para a linguagem Assembly.

Conheça a história do compilador

O primeiro compilador foi criado por Grace Hopper em 1952, para uma linguagem chamada A-0. Logo depois, em 1957, foi criado por um grupo da IBM um compilador para o saudoso Fortran. Em 1960, a primeira linguagem que compilava para várias arquiteturas foi criada: o Cobol.

Muito rapidamente a ideia de se utilizar um compilador foi ganhando muitos aliados. Isso se deve ao fato da flexibilidade que as linguagens de alto nível conseguiam entregar. Aliás, os primeiros compiladores foram todos escritos na linguagem Assembly.

Como funciona um compilador? Para que serve?

Geralmente, quando trabalhamos com alguma linguagem de alto nível, percebemos que ela contém um certo nível de abstração dos comandos para que facilite o entendimento humano. Sendo assim, o compilador existe para ler o código e converter para uma espécie de código objeto que contém instruções para a execução no microprocessador.

Resumindo, o compilador consegue entender o código da sua linguagem preferida e converte para uma linguagem que o computador consegue executar. Ao decorrer do texto, nos aprofundaremos mais em como exatamente funciona esse processo e quais são as etapas exatamente.

Quais os tipos de compiladores?

Temos também alguns tipos de compiladores, vamos mostrar para você quais são os principais:

Compilador cruzado

É um compilador que consegue criar códigos executáveis para plataformas diferentes da que está sendo executado. Um exemplo disso seria a criação de um APK (formato de arquivo padrão do android) a partir de um programa no Windows 10. Existem também outros pontos positivos desse método:

  • criação de programas para sistemas embutidos, já que eles não tem muitos recursos. Um exemplo disso seria um microondas que contém um computador com pouco processamento e contém uma série de equipamentos como um touchpad, sensor na porta, um alto falante, uma tela digital para mostrar o tempo e o controlador da máquina de esquentar a comida. Tudo isso deve ser controlado por um pequeno computador que não é muito poderoso para conter todo um ambiente de desenvolvimento, logo, é mais simples utilizar a compilação cruzada nesses casos;
  • compilação para várias máquinas. Por exemplo, para uma empresa que precisa de suporte para várias versões de um sistema operacional ou até mesmo vários sistemas operacionais.

Compilador Source-to-source

Um método de tradução de uma linguagem de alto nível para alguma outra linguagem de alto nível. Nesse processo, é aferido todos os mesmos processos de compilação e temos como resultado final o código de alguma outra linguagem. Um exemplo disso é o famoso TypeScript, que basicamente converte todo o seu código, de maneira automatizada, para o JavaScript.

Temos aqui uma lista de programas que fazem uso desse padrão de compilação:


Compilador Just-in-time (JIT)

Possivelmente, é um dos compiladores mais famosos. Você já deve ter ouvido falar nele enquanto estudava Java, .NET ou até PythonÉ um método de compilação que converte o código dessas linguagens para um código de meio termo chamado bytecode. Nesse caso, o código não é entendido pela máquina em si e é preciso contar com uma máquina virtual para a execução desse código. Também pode ser conhecido como um interpretador.

Com isso, temos o programa rodando logo após o início da compilação e é comum que o código gerado anteriormente contribua para a compilação final. Como o código será compilado várias vezes, esse método não é muito bom em fazer otimizações, já que se perde muito tempo nesse processo.

Entenda como funcionam as fases do compilador!

Vamos agora destrinchar todos os passos de um compilador:

Vamos agora destrinchar todos os passos de um compilador:

Analisador Léxico

Nessa primeira fase, temos a separação dos textos em pequenos pedaços chamados de tokens léxicos. Isso é feito por meio de um analisador chamado scanner. Toda a leitura é feita caractere por caractere tendo como objetivo a separação e identificação de cada componente do programa.

Também é de responsabilidade dessa etapa a eliminação de espaços vazios, formatações e comentários do código. Existem alguns programas famosos que servem só para atuar na parte de análise léxica.

Analisador de Sintaxe

Logo após a análise léxica, é feita a verificação sintática das cadeias dos tokens para que seja confirmado se as regras e a estrutura seguem a gramática formal. Isso é, verifica-se se não existe nenhum erro na sintaxe do programa.

Também é conhecido como árvore de análise sintática ou apenas árvore sintática. Essa árvore é desenvolvida para definir a gramática da linguagem criada. Com isso, as regras são embutidas nesse processo e, se o programa não apresentar nenhum erro, é continuado o fluxo do compilador, se não, é apresentado uma mensagem de erro.

Analisador Semântico

Na análise semântica, temos a verificação de algumas outras regras, como o tipo de cada variável. Nesse passo é feita a validação da lógica do código da linguagem de programação em si, também é papel do analisador checar se todas as variáveis foram iniciadas. 

Gerador de código intermediário

Tem o propósito de criar um código de objeto que ainda não foi concluído, porém, já é possível ser executado através de máquinas virtuais. Existem diversos tipos de códigos intermediários, sendo o mais famoso o código de três endereços. Também temos as triplas e quadruplas para representar esse nível de código.

Temos uma lista de linguagens que podem ser consideradas como código intermediário, já que são rodadas em máquinas virtuais:

  • Java – Bytecode;
  • TIMI – Usado em compiladores da plataforma IBM i;
  • Matlab;
  • O-code – Feito pelo BCPL (Linguagem de Programação Básica Combinada).

Otimizador de código

Nessa etapa, temos a examinação do código intermediário com o propósito de otimizá-lo, utilizando várias técnicas. Mesmo o mais moderno dos compiladores não consegue otimizar totalmente o código. Isso porque não é possível agradar todos os diferentes casos de design. Mesmo assim, essa parte é fundamental para a geração do código binário.

Entre as técnicas de substituição de códigos padrões, temos a eliminação de subexpressões excessivas, substituição das operações matemáticas e a repartição de laços, já que eles são estruturas que cabem uma certa otimização.

Gerador de código final

A última fase do compilador, sem nenhum segredo, é feita a geração do código para que a máquina consiga executá-lo. É uma das partes mais importantes na hora de se programar, pois, dependendo da forma que é programada pode durar até o dobro do tempo de um código ineficiente.

Nessa fase temos algumas etapas que o gerador deve passar:

  • seleção da instrução – É feita a definição de cada instrução do nível da máquina para cada lógica do programa,
  • ordem da instrução – Em que ordem colocar as instruções para a execução. É um dos principais pontos de otimização;
  • alocação do registro – Etapa onde é feita a alocação das variáveis no registrador do processador;
  • data depurada – Opcional, porém se necessário é gerado o código para a depuração.

Quais as ferramentas de construção dos compiladores?

Existem diversos tipos de ferramentas nos compiladores, todos introduzidos em tecnologias relacionadas ao computador. Esses instrumentos são criados a partir de uma linguagem específica ou feitos a partir de um algoritmo e acabam implementando algum componente do compilador.

Abaixo temos alguns exemplos:

Scanner generators 

Serve para gerar analisadores léxicos a partir da entrada de dados, que são as descrições de várias expressões regulares baseadas nos tokens da linguagem. Em resumo, ele gera um autômato finito para reconhecer a expressão regular. Um exemplo disso é o programa Lex.

Mecanismos de tradução de sintaxe 

É uma ferramenta para gerar códigos intermediários com três formatos de endereço na sua entrada, que contém uma árvore de análise. Esses mecanismos têm rotinas que percorrem a árvore e, em seguida, produzem o código intermediário. Sendo nesse caso, cada nó é associado a uma ou mais traduções.

Geradores de analisador 

Ele produz analisadores de sintaxe (parsers) a partir da entrada que é baseada em uma descrição gramatical de linguagem de programação, até mesmo uma gramática livre de contexto. É muito útil, pois a fase de análise de sintaxe é muito complexa e consomem mais tempo manual e de compilação. Alguns desses programas são o PIC e o EQM.

Geradores de código automáticos

O código de máquina é gerado a partir de uma linguagem intermediária, sendo que cada operação deve obedecer a um conjunto de regras e, se não ocorrer erros, é gerado o código final. Nesse processo se utiliza uma comparação de templates entre as linguagens para que ocorra a substituição das instruções do código intermediário para o código de máquina.

Mecanismos de fluxo de dados

Usado na otimização do código. Aqui, as informações são coletadas a partir do usuário e do código intermediário. Logo após, é feita a análise do fluxo de dados para que seja mostrado como os valores são transmitidos de um lugar do código para outro.

Quais as diferenças entre compilador e interpretador ?



Um compilador é um programa que traduz o código escrito em uma linguagem de alto nível para código de máquina. Em resumo, traduz o código legível para os seres humanos e converte para a linguagem binária que o processador entende. Além disso, o compilador deve obedecer as regras de sintaxe da linguagem, no caso, se ocorrer algum erro você deve corrigi-los.

Alguns exemplos de linguagens que utilizam compiladores:

  • Java;
  • C++;
  • Switch;
  • C#;
  • Rust.

O interpretador também é um programa, porém, ele não tem o processo de traduzir todo o programa em um arquivo para conseguir rodar, e sim, ele inclui cada instrução da sua linguagem de alto nível no código de máquina. Com isso, o papel de tradução é feito de uma maneira muito mais dinâmica e que consegue incluir alguns tipos de código, tais como, scripts, códigos pré-compilados e o próprio código fonte

Alguns exemplos de linguagens que utilizam interpretadores:

  • PHP;
  • JavaScript;
  • Lisp;
  • Matlab;
  • Perl.

Vantagens e desvantagens dos compiladores

Vantagens dos compiladores:

  • o código já é traduzido para a linguagem de máquina, com isso, se obtém um tempo menor de execução;
  • a confiabilidade do código final, já que os processos do compilador são bem severos e conseguem validar e otimizar muito bem o código.

Desvantagens dos compiladores:

  • você não pode mudar o código sem ter que recompilar todo o programa;
  • mesmo com diversas otimizações, o compilador acaba sofrendo com o seu tempo de finalização do código;
  • outro problema que podemos ter é no suporte de várias versões de um programa que é gerado a partir do mesmo compilador.

Vantagens e desvantagens dos interpretadores

Vantagens dos interpretadores:

  • são fáceis de usar, especialmente para iniciantes;
  • a execução é linha por linha, sendo assim fica mais fácil de encontrar o erro;
  • nenhum código intermediário, por tanto, utiliza a memória de maneira mais inteligente.

Desvantagens dos interpretadores:

  • o tempo de execução é muito grande, devido a forma de que se é traduzido;
  • para ser executado deve-se ter um programa correspondente ao interpretador;
  • menos seguro.

Qual usar, afinal? Compilador ou interpretador?

Para responder essa pergunta você deve entender qual o problema que a sua linguagem tenta resolver, já que, em alguns casos, faz sentido o programa ser compilado e em outros, interpretado.

Podemos pegar o exemplo do JavaScript, que é uma linguagem mais utilizada com interpretadores. Podemos então pensar que isso acontece porque os sites precisam carregar os seus conteúdos de uma maneira simples e prática por meio de pequenos ou até grandes scripts. Se algum erro for cometido no meio tempo, o programa acaba não se importando muito e continua a executar as outras tarefas.

Já em programas que não precisam ser carregados de diversas formas ou formatos, é mais prático a utilização de um compilador, um exemplo é a linguagem C++. Nela podemos escrever um programa com o objetivo de apenas resolver a tarefa que nos foi dada. Sendo assim, conseguimos gerar um código mais compacto e com poucas alternativas de execução, consequentemente, a segurança e a otimização do código compilado é superiormente mais eficiente do que o interpretado.

Compiladores e interpretadores podem ser usados juntos?

A resposta é bem simples: Podem! E uma das linguagens mais famosas que faz uso dessa estratégia é o Java. Por utilizar a compilação no seu processo de desenvolvimento e na fase do código intermediário que é gerado o bytecode, a JVM (Máquina virtual do Java) interpreta o código.

Simplificando, o bytecode é o código de máquina da máquina virtual do Java e, com isso, ela consegue algumas vantagens dos dois mundos, sendo a principal delas a portabilidade de código, já que só é necessário uma JVM em cada computador para que ocorra a execução do código.

E os Scripts, podem ser compilados?

Resumidamente, sim. No entanto, deve-se ver a necessidade do seu projeto para que faça sentido ele ser compilado. Atualmente, tanto linguagens como o JavaScriptPHP Python podem ser compiladas com o auxílio de programas, tais como o Brython, PyDev, Kite, Komodo e WebStorm.

Porém, em alguns casos não é possível utilizar códigos compilados. Em scripts web, a execução do código é feita a partir de um interpretador do navegador e, com isso, infelizmente não pode ser diferente (pelo menos atualmente). Em outros casos também não é possível executar um script web diretamente da área de trabalho.

Quais os 4 compiladores mais usados? 

Borland Turbo C

Turbo C é um dos mais básicos e populares compiladores para a linguagem C. Foi introduzido em 1987. Foi muito famoso pelo seu pequeno tamanho, velocidade de compilação e baixo preço. Quando o Turbo C++ foi lançado, em 1990, ambos os compiladores foram unidos e o nome Turbo C foi descontinuado. Em 2006, ele foi relançado como um software de graça.

Tiny C Compiler

Esse compilador foi desenhado para funcionar em computadores lentos com pouco espaço e também é um compilador da linguagem C. Foi em 2005, com suporte para o Windows e algumas das suas vantagens estão listadas abaixo:

  • o tamanho do arquivo é muito pequeno e de acordo com o seu criador (Fabrice Bellard) ele roda 9 vezes mais rápido que o GCC
  • inclui ferramentas que possibilitam o aumento opcional das memórias, verificador de limites e uma melhora na estabilidade do código;
  • permite também a execução automática de programas durante o tempo de compilação usando apenas argumentos na linha de comando. Dessa forma, os programas são executados no UNIX, usando scripts do shell.

Portable C Compiler (PCC)

Esse outro compilador foi estabelecido muito cedo como o compilador do C em meados de 1970. Teve uma longa vida útil e foi muito famoso na época que a maioria dos compiladores eram baseados nele.

As principais vantagens do PCC dependiam da sua capacidade e previsão de probabilidade. Além disso, foi feito de uma forma que os arquivos de origem dependessem da máquina, mas nem todos, apenas alguns. Também consegue detectar erros de sintaxe e realizar validações perfeitas. A última versão lançada até o momento dessa postagem é do dia 10 de dezembro de 2014.

GCC

GNU Compiler Collection é o compilador criado pelo projeto GNU que suporta várias linguagens de programação e tem como principal objetivo ser totalmente gratuito e de código aberto. Foi lançado em 1987 com o suporte de apenas a linguagem C. Logo depois foi se expandindo lentamente para C++JavaAndroid e IOS. Aqui, cada compilador de cada linguagem tem a sua própria lógica e processo para a geração dos programas.

Algumas das vantagens do GCC são:

  • consegue eliminar pedaços de código morto;
  • consegue remover redundâncias de código;
  • melhora a otimização de Arrays.

Vimos que o compilador exerce um grande papel na vida dos desenvolvedores e que também ocorre um grande trabalho e esforço para que os códigos possam ser executados de uma maneira segura e otimizada. Sem o compilador, precisaríamos escrever o código todo em linguagem de máquina Assembly e isso causaria uma série de problemas na estrutura e padronização dos códigos.

Por isso, existem várias linguagens e vários tipos de linguagens, algumas até não utilizam o compilador e sim o interpretador, como no caso de sites que acessamos pelo navegador. Em outros casos podemos também compilar um código interpretado. Em suma, percebemos que o compilador e o interpretador exercem um grande papel no fluxo de desenvolvimento de novas aplicações e que é interessante entender o funcionamento dessas etapas.







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